NOTA DA REDAÇÃO: o nome do tema foi mudado porque o termo "desenvolvimento sustentável" passou a ser usado principalmente pelos que defendem a falácia do "aquecimento global" ser obra do ser humano.
Desenvolvimento Sustentável Real
O termo 'desenvolvimento sustentável' tem sido usado por mais de 30 anos mas somente recentemente é que se tornou popular. Sua origem vem do conceito biológico de rendimento sustentável que é o manejo de espécies como por exemplo, bacalhau e elefantes, sem a necessidade de uma redução drástica da população quando feita sua captura. No final dos anos 80, ambientalistas e autoridades governamentais começaram a usar os termos “sustentabilidade” e “desenvolvimento sustentável” no debate sobre política ambiental, com o argumento de que seriam necessários intervenção e controle governamental sobre o uso de recursos, pois supostamente impediriam que as pessoas reduzissem drasticamente os estoques destes recursos, além de estenderem este conceito a questões como pobreza, doenças, degradação ambiental e educação.
A visão alternativa sustenta que os problemas existentes em países pobres não resultam das ações de países ricos, mas resultam sim da adoção de políticas insustentáveis de governos de primeiro e terceiro mundos como a falta de definição dos direitos de propriedade e a falta de instituições como o Estado de Direito, livre comércio, liberdade de expressão, livre mercado, responsabilidade e transparência. Políticas e instituições realmente sustentáveis promoverão o bem-estar das pessoas para que elas possam ter incentivos para criar, adaptar, inovar e desenvolver. Estas instituições evolucionistas promoverão níveis adequados de proteção ambiental e de conservação dos recursos naturais. Quando o indivíduo age com o propósito de aumentar o seu conforto, perceberá oportunidades de ganho no mercado e propiciará melhores condições para a alocação dos escassos recursos. E o maior bem-estar social só pode ser atingido se o sistema econômico estiver livre da coerção estatal.
Existe uma grande necessidade de incremento de pensamento racional, sendo necessário aperfeiçoar o entendimento do público sobre uma gama de questões relativas à mudança climática, conservação da vida selvagem, planejamento urbano, água, energia, biodiversidade, agricultura, floresta, pesca e oceanos, desertificação, comércio e ambiente, saúde humana, crescimento populacional, resíduos e reciclagem.
Segundo o economista austríaco Ludwig von Mises, é exatamente através da Ação Humana, do indivíduo dotado de propósitos agindo no mundo real, com expectativas e esperanças no tempo e nas condições históricas impossíveis de se adivinhar, que encontraremos a solução de problemas de natureza econômica. A visão apocalíptica dos ambientalistas é que prejudica o progresso humano. O credo ambientalista infere conclusões políticas e se trata de uma filosofia anti-humana. É somente a economia de mercado que propiciará a criação de uma sociedade livre e criativa, garantindo o progresso material dos indivíduos e solucionando o problema inclusive da pobreza.
|
|
|
|
The Major Economies Meeting on Energy Security and Climate Change
http://www.heritage.org/Research/EnergyandEnvironment/wm1636.cfm |
|
Junk Science and Fake Consensus
http://www.heartland.org/Article.cfm?artId=22064 |
|
|
|
STROUP, Richard L. and GOODMAN, John
Ecologia Inteligente Editora Expressão e Cultura/ Instituto Liberal do Rio Grande do Sul, 1992 |
|
STROUP, Richard L.
Eco-nomia - O que todos deveriam saber sobre economia e Meio Ambiente Editora IL-RJ, 2004 |
|
SINGER, S. Fred
Hot Talk, Cold Science: Global Warming’s Unfinished Debate The Independent Institute, 1998 |
|
ROGRIGUES, Adriano Pires e DIAS, Danilo de Souza
Estado e energia elétrica. Experiências internacionais de desregulamentação e o Editora IL-RJ, 2 |
|
RAY, Dixy Lee e GUZZO, Lou
Sucateando o planeta Editora Expressão e Cultura/Instituto Liberal do Rio Grande do Sul, 1992 |
|
MISES, Ludwig von
Ação Humana: Um Tratado de Economia Editora IL-RJ, 1995 |
|
LOMBORG, Bjorn e GLEDITSCH, Nils Petter
O Ambientalista Cético Editora Campus, 2002 |
|
KWONG, Jo
Mitos sobre a Política Ambiental Editora IL-RJ, 1992 |
|
HORNER, Christopher C.
The Politically Incorrect Guide to Global Warming and Environmentalism Regnery Publishing, Inc., 2007 |
|
BRADLEY, Robert L.
Climate Alarmism Reconsidered Institute of Economic Affairs, 2004 |
|
BERLAU, John
Eco-Freaks Nelson Current, 2006 |
|
ANDERSON, Terry and LEAL, Donald
Economia de Livre Mercado Editora Instituto Liberal do Rio Grande do Sul, 1992. (atualmente Instituto Libe |
|